Escutar é sustentar o desejo até que ele encontre forma.
Em hebraico, Lev (לֵב) significa “coração”.
Há um ponto em que repetir já não é mais possível ignorar. Relações que se quebram do mesmo modo. Angústias que retornam sem aviso. Um mal-estar que não se explica, mas se impõe.
A escuta psicanalítica não corrige. Não orienta. Não adapta.
Ela opera onde algo insiste — e começa a se revelar.
Neste espaço, você caminha comigo por um saber que atravessa minha formação e sustenta o ofício que pratico.
Além de psicanalista, sou aluna de Kabbalah no Kabbalah Centre há mais de uma década. Essa sabedoria milenar atravessa meu desejo diariamente e oferece sustentação ao meu trabalho como analista e como humana — não cria um viés na escuta que pratico, mas fortalece o meu lugar como analista.
A psicanálise existe porque falamos, não porque somos ou ostentamos. Tudo o que o psicanalista autoriza em sua formação permanente nasce do atravessamento da própria fala.
O trabalho com a psicanálise é algo que respeito profundamente, desde o primeiro momento em que fui atravessada pelo meu próprio desejo, no início da minha análise pessoal.
O analista sustenta o próprio desejo e, desse lugar, pode olhar para o outro em uma conversa que, muitas vezes, acontece no silêncio.
Sou e estou.
Cada encontro não é uma continuidade previsível do anterior. É um espaço onde algo pode surgir — muitas vezes onde não se espera.
Sessões individuais, com duração média de 50 minutos. A frequência é, em geral, semanal.
Atendimento online. O espaço virtual não reduz a escuta. O que está em jogo não é o ambiente físico, mas o que pode ser dito — e escutado.
A análise exige implicação. O que está em jogo não é eliminar sintomas rapidamente, mas atravessar o que os sustenta.
Nem sempre é possível dizer exatamente o que se busca.
E isso já é um ponto de partida.
O retorno será feito para alinhamento de horários e início do atendimento.